Em 27 de novembro levaremos duas turmas de 4º ano ao MARGS. Acompanhem a criação dessa importante tarde de convivência, construção de ideias e muita arte!!
Vista da exposição MANIFESTO: poder, desejo, intervenção.
Pinacoteca, Galeria da Direita
Pinacoteca, Galeria Central
Pinacoteca, Galeria Esquerda
Sala Branca
Salas Negras
ABAIXO A CRIAÇÃO COLETIVA, com legendas. Grupo crescendo em cooperação e criação coletiva. Cada um do seu jeito (há modos de ausência) e avançando na formação docente, desta vez na docência no museu. Que satisfação!
Materiais disponíveis:
Imagens e dados das obras da exposição Manifesto, no MARGS:
consulte o documento
Fotos da exposição,
clique aqui
(blog). São três galerias no espaço (Pinacoteca), Galeria Direita,
Galeria Central, Galeria Esquerda. E mais duas Salas: branca e negras.
As fotos fazem um giro em cada espaço. Pensar na relação espacial entre
as obras.
Legendas, cada pessoa escolhe a sua cor e sua fonte.
Comuniquem as duplas de trabalho. Escolham a sua e vão se manifestando
nas sugestões abaixo ou inserindo outras. Todos devemos contribuir nesta
criação, façamos isso várias vezes, certo?
Carmen:
preto negrito nesta fonte
Luana:
Minha cor e fonte \o\, formei dupla com a Mariah. Meninas, desenvolvam seu plano abaixo, aguardamos para poder contribuir.
Mariah:
Carlos:
Aline:
Dupla com Kellem.
Claudine:
Penso em fazer algo sobre o
trab da Neca Sparta, conforme a 1° ideia. Ainda não tenho dupla,
perguntei pra Jessica, mas ainda não obtive resposta. Se alguem quiser
fazer uma atividade comigo...aguardo contato. OK Claudine,desenvolva sua ideia abaixo, aguardamos para poder contribuir.
Dika:
Jessica e Fernanda,
vi que estão sem atividades. Contribuição minha. Pensei nos trabalhos
da Mayana Redin "os Mapas" Precisaria levar um molde do mapa de
Montenegro acho que tenho um. O tema: "O que cabe de Porto Alegre dentro
de Montenegro" Baseado no entorno do Museu, até onde o olho alcançar,
utilizando desenhos, frottage, colagens, coletas no caminha etc deslocar
parte da cidade para dentro do mapa de Montenegro. Tenho uma imagem de
uma da exposição"Cantos Cuentos Colombianos" que possui um mapa, que
fala mais ou menos o que estou tentando propor vou postar em
(foto "Cantos Cuentos Colombianos") no minha pasta Dika no PBWorks. Dika esta ideia é ótima de trabalhar com mapas. Eu e a Fernanda estávamos pensando em trabalhar o corpo que era nossa primeira ideia surgida a partir da exposição da Umbelina Barreto que fechou. Mas podemos trocar para esta proposta! Pode nos emprestar o mapa de Montenegro? OI
eu tenho um mapa em casa mas não tenho aula hoje mas tem na Internet,
só tomem um pouco de cuidado pois tem um país com o mesmo nome.
Jéssica:
Dupla com a Fernanda. espaço para escrever seu planejamento no final, aguardamos para poder contribuir.
Ideias:
- Trabalho de Neca Sparta, na galeria direita, fotos suspensas com
intervenções em costura: origem das fotos, descarte de fotos, o que
fazem as costuras nas fotos, a forma de exposição do trabalho.
- Conjunto de trabalhos na galeria direita, mostrando pratos,
talheres, geladeira: pessoal X impessoal, conteúdo X continente,
trabalho com notinhas de supermercado, passagens de ônibus, pensar sobre
a proporção aumentada da geladeira, sobre quem são as pessoas daqueles
pratos, o que quer dizer os tempos marcados ao lado, sobre o uso de foto
e xerox e em trabalhos que falam de consumo
- Explorar o subtítulo da mostra em uma das galerias: poder, desejo,
intervenção. Que obras falam de desejo? Quais falam de poder? Que tipos
de poder? Como fazer um trabalho que fale sobre poder, sobre desejo ou
sobre intervenção?
- Pensar sobre o nome principal: manifesto. O que é isso? Como nos
manifestamos? Quando podemos ou não podemos nos manifestar? Que imagens
da exposição ou de certa galeria falam das permissões ou das proibições?
Em que espaços da vida há proibições e permissões para nossas
manifestações?
- Sobre obra com mapas, da Mayana Redin: palavras possíveis:
labirinto, raízes, cacos, contorno de uma pedra, rios, mapa, ilhas,
implosão, desmonte, separação de espaços. O que acontece ao desmontar,
separar, implodir um espaço ou uma forma? Por que se faria uma ação
dessas? O que pode estar dizendo o trabalho da artista? E o encontro
entre mapas diferentes (deserto com rios), o que seria? Poderia ser um
desejo impossível? Que desejos impossíveis podemos fazer criando uma
imagem para isso?
- Sobre poder e manifestação em relação ao corpo: como roupas dizem
algo sobre atitudes sociais? Na exposição há generais, criança com roupa
de adulto, nudez. O que a roupa manifesta? Que relações existem entre
vestimenta e poder, vestimenta e desejo, vestimenta e intervenção?
Trabalho com bonecos e roupas, criação de roupas, criação de adereços de
"poderes" e "permissões", poses contraditórias à vestimenta, etc.
Diferenças entre roupa comum e uniforme (da escola, do segurança do
museu, por exemplo). E a roupa do padre, da enfermeira, do policial?
- Há vários trabalhos com objetos em caixas: como guardar um mesmo
objeto em diferentes caixas? O que cada modo de guardar diz: dobrado,
socado, amassado, organizado, amontoado, bem colocado? O que dessa
atividade pode relacionar-se com obras da mostra? Procurar quais e
justificar.
Planejamentos, com início, meio e fim:
Luana e Mariah:
Claudine e... ? :penso
no primeiro momento olhar a instalação da Neca sparta, questionar o que
estão vendo eo motivo das fotos estarem costuradas...então solicitar q
escolha!m alguma imagem de jornal ou revista e q fazem algo semelhante
nas mesma,, utilizando lápis ou canetinha(resumidamente é isso), podendo
no final fazer alguma dinâmica com fio se tiver tempo. Mas me surgiu
uma questão, será q não está alto de mais para os alunos observarem bem
as fotos? Pelo jeito as duplas já estão definidas e farei com
Carlos...aguardo retorno de sugestões. Claudine,
coloquei a escrita anterior na tua cor. Elaborem os itens de "entrada"
no trabalho, o que destacar, o que perguntar, e sigam escrevendo aqui.
Penso que o modo de intervir nas imagens de revista pode ser criado por
eles: desenho, colagem, cortes. Vejam outra montagem do mesmo trabalho
da artista: http://www.necasparta.com.br/obras/fotografias/fotografias.html .Penso
em iniciar mostrando a instalação, e questionar: O que está pendurado? O
que tem nas fotos? Será que todas são da mesma família? Como a artista
consegui tantas fotos? O que há de diferente nelas? Por que eslas estão
costuradas? Seria algum tipo poder, desejo ou manifestação? O que as
linhas querem mostrar? A partir dos questionamentos, penso em deixa-los
no mesmo local (sentados em baixo da instalação, será que tem algum
problema?) e solicitar que eles criem algo relacionado a obra. Terá
revistas, jornais, canetas, linha, cola e tesoura para que eles possam
produzir o que desejarem nas imagens de figuras humanas das revistas e
jornais. Se
eles produzirem muito rápido, penso em propor que utilizando linhas
façam ligações em seus corpos, partindo do mesmo pensamento e
interpretação, tirando do papel para seus corpos. Pessoal, alguém pode levar revistas e jornais para mim? Eu tenho pouquissímo e precisaria bastante. Eu tenho alguns jornais, posso levar!
Jéssica e Fernanda:
Pensamos em fazer uma proposta de relação das diferentes formas de representação do corpo com os trabalhos Guerra, 1991 de Plínio
Bernhardt, A gravidade e a graça, 1999 de Umbelina Barreto, Leitura
Proibida, 1953 de AMO e as esculturas Sem título da série Gabirus, 1996
de Francisco Stockinger. Levantaremos questões com os alunos como: que
tipos de corpos são estes, Homens? Mulheres? Crianças? Que posição estão estes corpos? O que será que estes corpos representam? Que tipo de linguagens são estes trabalhos? Escultura? Pintura? Fotografia? Desenho? Aprofundaremos
mais a conversa nas esculturas do chão da série Gabirus questionando os
alunos sobre que tipo de movimentos ou posições estão estas pessoas?
As esculturas tem uma relação entre elas? Qual? Os trabalhos expressam
algum tipo de humor? Qual seria? Se agrupássemos todas estas esculturas
formando um conjunto de corpos formariam outro sentido? Qual seria a sensação de agrupamento? A proposta é que depois dessa conversa inicial com eles possamos ir até outro locar (praça, sala ou auditório) para a parte dinâmica da oficina. Os alunos serão divididos em dois grupos e
explicaremos que faremos alguns exercícios de explorar novos movimentos
do corpo a partir das posições que vimos na exposição. Os alunos
exercitarão as posições que observaram na exposição e representarão com
seus corpos. Após faremos outra dinâmica com fios e barbante. Com os
grupos divididos, o
primeiro grupo terá que modelar a forma dos corpos dos colegas do outro
grupo (em pé ou deitados)amarrando ou prendendo os corpos com linha.
Como é a sensação de estarem pressos? E estarem unidos? Faremos uma
proposta de que os alunos do grupo tente de movimentar com movimentos
mínimos sem expressão facial nenhuma. O objetivo da dinâmica é que
consigam explorar novos movimentos a partir dos trabalhos vistos no
momento anterior, tentando explorar o corpo não apenas da forma
convencional do dia-a-dia mas prender-se ou desprender-se dos movimentos
e posições já vivenciadas. Após feitas as dinâmicas faremos uma
conversa sobre que tipos de sensações tiveram ao experimentar ficarem
pressos aos colegas e modelados conforme o colega pensou e modificou o
corpo. Serão feitos registros dos processos das dinâmicas.
Aline e Kellem: Pensamos em fazer uma atividade a partir das fotografias: Geladeira Câmara I, 2010 e Sem título, 2014 de Maria Eunice Araújo( http://mariaeunicearaujo.blogspot.com.br/ )
e Kota do Dia no Kotidiano, 1979 de Diana Domingues, propondo uma
relação entre as três e levantando questões como: O que estão vendo? O
que será que significa o tempo ao lado dos pratos? Por que estão comendo
esses alimentos? Quais as semelhanças e diferenças entre os pratos das
três fileiras da fotografia? Por que comem com talheres diferentes? Onde
estão comendo? Sobre fotografia da geladeira: A quem pertence esta
geladeira? Será que é possível saber quantas pessoas moram nesse lugar? Como sabemos que é uma geladeira da casa de alguém? Qual a comida que eles (ou ele) devem consumir mais? O que não consomem?
Como podemos perceber se é de uma pessoa com bastante ou pouco
dinheiro? Como os alimentos estão distribuídos dentro da geladeira? A
fotografia dessa geladeira é a de uma geladeira no seu tamanho
normal? Sobre a foto ao lado: O que tem dentro daquele prato? De quem é o prato e por quê? Será
que é uma pessoa rica ou uma pessoa pobre quem comprou tantas coisas e
agora colocou as notas no prato? Será que foi o que sobrou para esta
pessoa comer? O que nos diz um prato cheio de notinhas?
Então proporemos a eles que desenhem no quadro negro com giz colorido
(podendo ser em tamanho grande, como na foto), como seria dentro da
geladeira da casa de cada um deles (fotografar); feito isso entregaremos folhas de jornais (pensando em reciclar, mas se acharem ruim podem ser coloridas), que
eles usarão para criar, a partir de dobraduras, o pratinho onde
colocarão as notas fiscais que eles próprios farão. Nas notinhas devem
estar escritas as coisas com as quais gostariam de "encher seus pratos",
ou seja, se eles pudessem no que gastariam? Trabalharemos com as
questões da exposição: Desejo, poder e intervenção e ao final poderemos
relacionar os trabalhos deles a estas questões.
Gostaria que fizéssemos uma brincadeira relacionada ao tempo de comer,
uma competição, gincana cronometrada, ou algo do tipo. Mas não consigo
colocar em prática o pensamento. Vocês tem alguma ideia pra me ajudar?
****(Fiz algumas alterações e correções) - Kellem. Ótimo
gurias! Mais umas ideias para pensarem:as crianças podem criar os
próprios pratos, um guardanapo especial para a montagem, até os talheres
e algumas formas de marcar tempos relacionados ao tema (penso nisso
tendo crianças suficientes para separar as tarefas entre elas). Os
títulos dos trabalhos são bem importantes também, lembro de um:
kotadokotidiano ou algo assim.
Mariah e Luana: Desenvolver
atividade de caça ao tesouro (obra), levaremos um grande saco com
objetos que possam fazer possíveis relações destes com as obras, por
exemplo: O aluno retira do saco uma nota de um dólar, ao andar pelo
museu buscando a obra, o aluno encontra a de Lucila Vilela, que é uma
tela com a serigrafia > US $1,955,. Ali o aluno encontrou a obra que
possa ser relacionada ao seu objeto, iremos questionar o
que esse objeto remete, abordando as 3 lâminas da exposição Manifesto
(Poder, Desejo e Intervenção), fazendo um momento de questionamentos,
opnioes e debates em grupo a respeito do tema da exposição. Faremos isso
acompanhando todos do grupo até sua obra encontrada controlem o tempo, pode ser que não dê para todos falarem, ou façam essa busca em duplas
e conversar em grupo a respeito das obras, após todos terem feito suas
relações, levaremos os alunos a sala para criarmos uma atividade em
conjunto, 2 metros de papel kraft para o grupo, canetinhas, giz,
tesoura, papeis variados, e desenvolveremos criação deles a partir da
então pergunta: O que voces desejam? Sugiro expandir: o que se pode desejar hoje em dia? Quem voces consideram alguém de poder no cotidiano de voces? Sugiro: quem tem ou exerce algum poder no dia a dia? Que poderes as pessoas podem ter hoje em dia ?O que é uma intervenção? Deem exemplos variados e simples para entender o que é intervenção. Dali os alunos irão produzir desenhos, frases, colagens e desenvolver um mural conjunto com símbolos de poder e desejo pessoais abrir a ideia para desejos de quem vive hoje em dia que se misturam, formando uma grande intervenção talvez seja um conjunto de ideias que intervenham umas nas outras na produção de cada um.
Coletados 10 objetos para relacionar com 10 obras, sendo um objeto para cada aluno: Olhando a lista, penso ser melhor fazer em duplas, selecionando 5 objetos (para que dê tempo)
1. Nota de um dolár > obra de Lucila Vilela - Quadro
2. Pelego > obra de Simone Nassif - Dois
3. Escultura de boca vermelha > obra de Magna Sperb - (DES)ENCONTROS
4. Bandeira do Brasil > obra de Reginaldo Pereira - Ordem e Progresso
5. Escultura de Caveira > obra de Plinio Bernhardt - Guerra
6. Linha e agulha > obra de Neca Sparta - Subversões do Tempo
7. Escultura de sapato de madeira > Shirley Paes Leme - Duros Passos
8. Laranja > Maria Eunice Araujo - Geladeira
9. Mapa > Mayara Redin - Implosão de Portugal
10. Balões > Didonet Thomaz - Interferencia Urbana
Acesso às produções depois desta energizante tarde:
Jéssica
Luana,
Claudine